Novo ciclone no radar: previsão aponta tempestades e chuva forte para o fim de janeiro

Novo ciclone no radar: previsão aponta tempestades e chuva forte para o fim de janeiro

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SÃO PAULO/BRASIL, 27 de Janeiro de 2026 – Uma mudança significativa no tempo está prevista para os últimos dias de janeiro e início de fevereiro. A combinação entre a formação de um ciclone e a chegada de uma frente fria deve aumentar a instabilidade em boa parte do Brasil, especialmente na região Centro-Sul, com risco de chuva forte, ventania, alagamentos e transtornos.

Ciclone e frente fria: período de maior risco

De acordo com projeções meteorológicas, o período mais crítico está previsto entre quinta-feira, 29 de janeiro, e domingo, 2 de fevereiro. A expectativa é do desenvolvimento de uma área de baixa pressão que pode evoluir para um ciclone, avançando acompanhada de uma frente fria. Este sistema deve transportar umidade do oceano para o continente, favorecendo a formação de tempestades mais organizadas e intensas.

Regiões em alerta e previsão de impactos

As áreas com maior expectativa de chuva volumosa e temporais incluem:

  • Mato Grosso do Sul
  • São Paulo
  • Minas Gerais
  • Goiás
  • Norte do Paraná

Na Região Sul, após dias de maior estabilidade, há previsão de retorno da chuva com temporais irregulares, que podem ganhar força em algumas áreas, elevando o risco de enxurradas, quedas de árvore e pontos de alagamento. A instabilidade também deve continuar em pontos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.

Contexto climático atual e global

Enquanto o novo ciclone se forma no horizonte, o Brasil vive um padrão típico de verão. Nesta quinta-feira, a atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) mantém o tempo instável em grande parte do país, com risco de temporais e volumes elevados de chuva no Sudeste, Centro-Oeste e partes do Nordeste. No Sul, o tempo segue mais firme, com calor no interior.

No cenário global, segundo o AccuWeather, ciclones tropicais ativos em janeiro de 2026 estão concentrados no Índico e no Pacífico, incluindo a tempestade tropical severa “Luana” e o ciclone tropical “SIXTEEN” (Categoria 1). Nenhum destes sistemas representa risco direto para o Brasil.

Principais Fatos e Orientações

ItemDetalhe
FenômenoPrevisão de formação de ciclone + frente fria
Período de maior risco29 de janeiro a 2 de fevereiro de 2026
Regiões mais afetadas (previsão)Centro-Sul do Brasil (MT, SP, MG, GO, PR-N)
Possíveis impactosChuva forte, ventania, risco de alagamentos e quedas de árvores
Orientação principalAcompanhar atualizações da previsão e avisos da Defesa Civil

Perguntas Frequentes (FAQ)

O ciclone já se formou?

Não. Até a manhã desta terça-feira, 27 de janeiro, não há um ciclone ativo no litoral brasileiro. As projeções indicam a possível formação de um sistema entre quinta-feira (29) e o fim de semana.

Ciclones são comuns no Brasil?

Sim. O Brasil é afetado principalmente por ciclones extratropicais, que se formam em latitudes médias e são associados a frentes frias. Eles são comuns, especialmente no Sul e Sudeste, e podem causar ventos fortes, mar agitado e chuva intensa. Ciclones tropicais (como furacões) são mais raros no Atlântico Sul.

O que a população deve fazer?

As recomendações são: ficar atento a atualizações oficiais da previsão do tempo e avisos da Defesa Civil; evitar áreas com histórico de alagamentos durante pancadas fortes; em caso de ventania, manter distância de árvores, placas e estruturas metálicas; e, se houver risco de descargas elétricas, procurar abrigo seguro.

O fenômeno El Niño tem relação com isso?

Não diretamente com este ciclone específico. Dados de longo prazo indicam que o fraco evento de La Niña de 2025/2026 chegou ao fim, e há uma transição em curso para uma fase neutra, com expectativa de desenvolvimento de um El Niño (moderado a forte) apenas mais para o final de 2026. O padrão de tempestades no Sul do país pode se intensificar com a chegada do El Niño, mas isso é uma projeção para os próximos meses.